
E assim vai seguindo um caminho, não sabe o qual não é normal. Insanidade penetra em seu corpo, mente e alma tenta uma calma mil coisas se passam em seu pensamento e por instante ou talves uma eternidade abster-se. A quem pertence?! Ao mundo?! Não se sabe.
Descansa sob um solo vivo, os girassóis como lençóis, sós aos ventos horizontais vindos do sul que a levam, levemente para outros ares, mares e cotidianos. Não sabe voltar, não sabe mais se amar, as alucinações tomaram-a para si.
Seria mais fácil ser como outros, fazer o que todos fazem, fechar os olhos para as banalidades, terrores e injustiças; mas não, não era assim tudo estava tão nítido a sua frente batendo em sua face. Afinal ninguém é perfeito o mundo é pura ilusão que ocorre na imaginação de cada um. Preferem não enxergam, o seu redor as crianças miseráveis que habitam cada canto, os severinos em sua pobre vida severina, animais sendo mortos inútilmente para o capricho de uma mentalidade fútil.
Tentam se esconder nas entre linhas do horizonte logo indo embora, se desvaindo desfazendo a cada segundo que uma pessoa arremessa objetos ao chão, poluindo seu próprio espaço, a cabeça não pensa, seu corpo padece não se esquece adormece mais uma vez sobre os girassóis, só uma certeza, hesitar era a melhor certeza, mas nem tudo estava perdido, neste redemoinho.
Descansa sob um solo vivo, os girassóis como lençóis, sós aos ventos horizontais vindos do sul que a levam, levemente para outros ares, mares e cotidianos. Não sabe voltar, não sabe mais se amar, as alucinações tomaram-a para si.
Seria mais fácil ser como outros, fazer o que todos fazem, fechar os olhos para as banalidades, terrores e injustiças; mas não, não era assim tudo estava tão nítido a sua frente batendo em sua face. Afinal ninguém é perfeito o mundo é pura ilusão que ocorre na imaginação de cada um. Preferem não enxergam, o seu redor as crianças miseráveis que habitam cada canto, os severinos em sua pobre vida severina, animais sendo mortos inútilmente para o capricho de uma mentalidade fútil.
Tentam se esconder nas entre linhas do horizonte logo indo embora, se desvaindo desfazendo a cada segundo que uma pessoa arremessa objetos ao chão, poluindo seu próprio espaço, a cabeça não pensa, seu corpo padece não se esquece adormece mais uma vez sobre os girassóis, só uma certeza, hesitar era a melhor certeza, mas nem tudo estava perdido, neste redemoinho.
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