segunda-feira, 27 de julho de 2009


E assim vai seguindo um caminho, não sabe o qual não é normal. Insanidade penetra em seu corpo, mente e alma tenta uma calma mil coisas se passam em seu pensamento e por instante ou talves uma eternidade abster-se. A quem pertence?! Ao mundo?! Não se sabe.
Descansa sob um solo vivo, os girassóis como lençóis, sós aos ventos horizontais vindos do sul que a levam, levemente para outros ares, mares e cotidianos. Não sabe voltar, não sabe mais se amar, as alucinações tomaram-a para si.
Seria mais fácil ser como outros, fazer o que todos fazem, fechar os olhos para as banalidades, terrores e injustiças; mas não, não era assim tudo estava tão nítido a sua frente batendo em sua face. Afinal ninguém é perfeito o mundo é pura ilusão que ocorre na imaginação de cada um. Preferem não enxergam, o seu redor as crianças miseráveis que habitam cada canto, os severinos em sua pobre vida severina, animais sendo mortos inútilmente para o capricho de uma mentalidade fútil.
Tentam se esconder nas entre linhas do horizonte logo indo embora, se desvaindo desfazendo a cada segundo que uma pessoa arremessa objetos ao chão, poluindo seu próprio espaço, a cabeça não pensa, seu corpo padece não se esquece adormece mais uma vez sobre os girassóis, só uma certeza, hesitar era a melhor certeza, mas nem tudo estava perdido, neste redemoinho.

domingo, 5 de julho de 2009

E eu sinto isso!


Por alguns instantes o instante sofreu uma fuga, longe dos pensamentos longe do momento. O que havia acontecido, minha cabeça voltara-se para outro lugar, lugar magnífico não específico uma multidão ao meu redor...O som aquela batida, era reconhecida pelos meus ouvidos, estilos de roupas diferentes um modo eloquente displicente, não podia acreditar um ar de surrealismo para o meu idealismo da música dos anos 90, me atenta aquele movimento significativo racionalismo de gênero grunge, um misto de hardcore com heavy metal. Irreal meu sentimental transborda não comporta tamanha emoção sem ação, apenas observação.
Ali, no palco um perfeito audio, som, luzes, movimentação energia transmitindo o sentido dos videos para real, era o presente eminente não, minha mente pirava rodava, seria um sonho?!
Voltei no tempo, o momento mais perfeito. O sol de longe logo ia tímidamente se escondendo sobre as nuvens de um céu passado, a lua tomava seu espaço infinito transmitindo continuo som, era pura composição preteridas por alguns, vividas e sentidas por outros. Deixavam sua marca por onde e qualquer lugar que passassem incomparáveis, inconfundíveis faziam daquele tempo um eterno ínterim!

sábado, 4 de julho de 2009

.Atravesse para o outo lado!


O destino era um bar suburbano sem muitas frescuras, a vontade de escutar boas músicas lhe conduziram até lá. Ao entrar no recinto, seu primeiro passo captou uma grande energia, à música rola ao fundo embala momentos, atos, gestos e contatos. Abraços são dados, passos inventados mas uma eleva sua alegria ao extremo, nada mais ao redor existia, se competia era uma empatia que jamais sentia, seu corpo conduzido através das ondas sonoras que lhe atingiam, mexiam lentamente e ao mesmo instante freneticamente de um lado para o outro, movimento involuntário; olhos fechados encontrados, voltados para o psicodélismo algo comunitário.

A luz baixa iluminava os corpos que ali estavam presentes incandescentes, no momento logo todos em um só rítmo, um ímpeto uma marcha para o além do limite, que pode-se sentir com uma música, forma lúdica, se entregar de corpo e alma. Os outros já não importavam, o que pensavam e ansiavam; era um universo paralelo moderno e pscicolédico, Morrison embalava tendência anos 70, assim voltava-se no tempo não vivenciado, mas sim aproveitado no presente, relembrando um passado consequente.