Naquele momento muitas coisas aconteciam ao seu redor, mas ela só queria saber do seu momento, e instante ali. Plantando a sua simples e bela rosa vermelha. então começou a filosofar sobre seu cotidiano e seu engano certeiro que sempre lhe atingia no alvo contrário arbitrário!
Era uma pessoa muito alegre, interprete de seus sentimentos mestiços e coloridos, tinha muito amor para dar mas sentia um certo receio em relação a isso, sua timidez a prendia e rendia loucamente, desesperada saiu correndo de seu jardim de rosas com cores gritantes e vivas que vivenciavam sua ida e vinda, nesse tremendo impasse que sentia e, permitia a obscuridade se opor ao compor um laço intenso, mascarado, honrado por esse amor cultivado!
Sua vida fora do jardim era alienada, lunática antipática com idéias falidas que lhe opunham, o mundo ao seu ver era cruel, competitivo e altivo, nativo não mais poluido e destruído!.
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